ERICO SANTOS

ERICO SANTOS

Iniciou como desenhista publicitário, em 1972.

Foi cartunista em revistas de São Paulo e Rio de Janeiro. Esta citado no livro "A História dos Quadrinhos no Brasil", de Ivan Saidenberg, Marsupial Editora, 2013.

O marco da carreira de pintor foi no ano de 1976, com o Primeiro Lugar em Pintura no "Projeto Cultur". Logo em seguida, fez estágio com o pintor e restaurador Renzo Gori, em São Paulo. Lá aprendeu as técnicas de restauro e assimilou a escola "Mecattiana" de pintar, dos mestres Dario Mecatti e Renzo Gori, impressionismo de pinceladas largas e soltas. Foi onde importantes marchands da capital paulista começaram a ver suas pinturas.

 Ao voltar para Santa Maria para concluir o curso de Direito, continou sempre mandando quadros para estas galerias e, lentamente, o seu trabalho foi se difundindo pelo Brasil inteiro.

Estabeleceu-se  em Porto Alegre em 1981 e a sua pintura foi se tornando cada vez mais pessoal, uma espécie de neo impressionismo contemporâneo, sendo inspiração para um grande número de artistas.

É autodidata, mas atento ao que pode assimilar dos que via como bons pintores. Concebe a pintura como a transcrição das cores do ambiente influenciadas pelas respectivas luzes atmosféricas do contexto em que estão. 

Especialista em óleo sobre tela, mas gosta e admira muito a aquarela e a escultura. Sua pintura é "arte moderna".

Erico Santos está citado em dicionários e catálogos de arte no Brasil, Portugal, EUA, Espanha e Itália.  

Tem estúdios em Porto Alegre e em Milão, na Itália.

 

 

 

Com mais de 40 exposições individuais e mais de 300 exposições coletivas no Brasil, México, EUA, Espanha, França, Inglaterra e Itália, destacam-se alguns prêmios e honrarias: homenageado com uma sala especial no 11º Salão de Paisagem Paranaense, na Primeira Bienal de Montenegro, Brasil e artista convidado na Primeira Bienal Internacional de Arte de Chapingo, no México; participou das "Off Bienal" 2, 3 e 4, em São Paulo;

idealizador, fundador e Conselheiro do Museu de Arte de Montenegro, no Brasil; membro da "Famiglia Artistica Milanese" e da "Satura Associazione Culturale", na Itália; premiado na Primeira Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Buenos Aires, Argentina, em 2012 e na V Bienal de Arte Contemporânea de Gênova, Itália, em 2013; recebeu o Troféu "Giuseppe Garibaldi", pelo Instituto Cultural Giuseppe e Anita Garibaldi, Brasil, em 2016.

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